SEMANA NACIONAL DA VIDA

Da redação, por Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba (MG) | Imagem: Divulgação Todo mês de agosto de

Da redação, por Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba (MG) | Imagem: Divulgação

Todo mês de agosto de cada ano é celebrada a Semana Nacional da Família. De 1º a 7 de outubro deste ano de 2022, realiza-se a Semana Nacional da Vida, refletindo sobre o tema, “toda violação da dignidade humana ofende a Deus”. Os dois momentos celebrativos estão interligados e complementares, porque a família é a grande defensora da dignidade e da vida da pessoa humana. 

Falar de família e vida é tocar em temas fundamentais, como amor, vocação e projeto de santidade, porque a vida é dom de Deus, vida que deve ser defendida por todo ser humano na plenitude de sua dignidade. É uma postura de compromisso corroborada com o Dia do Nascituro, celebrado sempre no dia 8 de outubro. Neste ano refletindo sobre as ofensas a Deus quando ofendemos o nascituro. 

Nascituro é todo ser humano concebido, que ainda não nasceu, mas projetado para nascer. Normalmente acontece dentro do contexto familiar, no aconchego da mãe e do pai, fruto de um amor querido por Deus.  Aqui está a importância da Semana da Família, da fraternidade familiar, espaço propício para acolher aquele que vem do útero materno e é educado nas dimensões ideais da vida. 

A vida familiar é a experiência de viver o “nós”, superando o individualismo reinante, onde o viver o “eu”, quase sempre egoísta, ultrapassa toda capacidade de uma convivência fraterna e solidificada no amor. Isto deve ser experiência de comunidade solidária, de comunhão, participação e missão. Experiência de Igreja doméstica, comprometida com o bem e a dignidade da vida de todos. 

A família é chamada para ser, no dizer do Papa São João Paulo II, ”constitutivamente santuário da vida”, verdadeira defensora da inviolabilidade da vida humana. A defesa se dá desde a concepção no seio materno até chegar à morte natural, inclusive valorizando o nascituro dentro de sua dignidade e direito de nascer e vive como todos os outros. Ninguém tem direito de ceifar uma vida humana. 

Seguidora dos princípios da Palavra de Deus, a Igreja tem o irrenunciável dever de lutar pela vida, principalmente humana, em todos os sentidos. Nunca vai abrir mão desse compromisso, porque seria trair sua vocação e missão no mundo. Ao lado da vida humana está também toda a natureza criada, que precisa ser protegida para dar condição e espaço para a existência da pessoa humana. 

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