REATIVADA A PASTORAL DOS COROINHAS EM DOIS CÓRREGOS

Da redação, com informações da Pascom da Paróquia Divino Espírito Santo em Dois Córregos Após dois anos de pandemia e

Da redação, com informações da Pascom da Paróquia  Divino Espírito Santo em Dois Córregos

Após dois anos de pandemia e a necessidade de mantermos o distanciamento social muitas pastorais diminuíram seus ritmos de trabalho. E a Pastoral dos Coroinhas foi uma dessas. Este ano, com boa parte da população vacinada, inclusive as crianças, o padre, José Carlos Frederice da Paróquia Divino Espírito Santo em Dois Córregos, resolveu retomar esta pastoral tão importante e para coordená-la escolheu Maíra de Moura Pessa, que há algum tempo é Ministra da Eucaristia.

Desta forma, no mês de maio passado ela começou a realizar os encontros semanais de formação com apenas dois coroinhas. Novas crianças foram se interessando e hoje já são sete coroinhas, sendo quatro meninos e três meninas, com idades entre 7 e 14 anos.

Pais de crianças, à partir dos sete anos, que queiram participar desta Pastoral devem procurar a Maíra após a Missa das Crianças aos domingos pela manhã, na Igreja Matriz.

PASTORAL DOS COROINHAS

Desde muito pequenos que os cristãos podem descobrir a alegria de servir a Deus e à Igreja. E é para proporcionar essa descoberta que a Pastoral dos Coroinhas trabalha com as crianças e adolescentes, fazendo-os mergulhar na beleza da liturgia e dos mistérios da nossa salvação.

Essa pastoral desenvolve um significativo papel nas comunidades: de auxiliar as famílias a formar cristãos comprometidos com sua fé e que, no espírito do serviço à Igreja, aprendem o verdadeiro sentido de ser comunidade e o respeito pelo outro. Além disso, ela representa um trabalho vocacional importante: hoje, o coroinha que serve ao altar, futuramente pode assumir outros ministérios leigos ou até mesmo descobrir um chamado à vida religiosa ou sacerdotal.

No seu serviço, a Pastoral dos Coroinhas consegue despertar nas crianças e adolescentes um verdadeiro respeito e amor pela Sagrada Eucaristia.

Ser coroinha é permitir ser instrumento de Deus a serviço de toda igreja no altar, podendo contemplar de perto o mistério de Cristo que se faz pão todos os dias e nos une em um só corpo.

Esta pastoral é responsável por servir ao altar com zelo, cuidando dos paramentos e objetos litúrgicos e auxiliando os sacerdotes e ministros durante as celebrações da Santa Missa.

O QUE SER COROINHA

A palavra coroinha tem sua origem em uma parte da igreja: o “coro”, que era um balcão onde ficam os cantores. Antigamente, ali ficavam também os acólitos e sacristãos, os únicos que conseguiam responder às celebrações, pois sabiam o latim. Eram pessoas treinadas para dizer em latim aquilo que era destinado à comunidade. Decoravam as frases e respondiam em nome do povo. Esta é a origem do coroinha: “o menino do coro”.

No momento das orações, subiam até o coro para recitar as orações e ajudar o padre. Foi assim que os coroinhas começaram a ganhar espaço nas celebrações e esta foi a função desempenhada por eles até a década de 1960, quando ocorreu o Concílio Vaticano II.

Os coroinhas são muito importantes nas comunidades, pois auxiliam o padre nas funções litúrgicas no altar. Eles podem ser meninos ou meninas.

PADROEIRO DOS COROINHAS

No dia 15 de agosto, celebramos o dia de São Tarcísio, jovem mártir e padroeiro dos coroinhas e acólitos. Podemos extrair de sua vida, grandes lições de coragem e amor. Ele viveu por volta do ano de 258 da era cristã e era acólito, acompanhando o próprio Papa nas celebrações Eucarísticas. Durante a terrível perseguição de Valeriano muitos cristãos foram presos e condenados à morte. Nas prisões, o Papa Sixto II não sabia como levar a Eucaristia aos cristãos que seriam executados. Foi então que Tarcísio, com 12 anos, ofereceu-se dizendo estar pronto para essa tarefa. Com relação ao perigo, Tarcísio afirmou que se sentia forte, disposto a morrer do que entregar as hóstias aos pagãos. Comovido por essa coragem, o Papa entregou a Tarcísio uma caixinha contendo as hóstias que deviam ser distribuídas aos próximos mártires.

Ao passar pela Via Ápia alguns rapazes notaram a caixinha em suas mãos e começaram a fazer perguntas do que levava, já suspeitando de algum segredo dos cristãos. Tarcísio negou-se a entregar as hóstias, sendo então preso, torturado e apedrejado. Após sua morte, revistaram o seu corpo e a caixinha, e nada foi achado do Sacramento de Cristo.

Seu corpo foi recolhido por um soldado ocultamente cristão de nome Quadrado, que o levou ás catacumbas, onde foi sepultado. Tarcísio foi declarado padroeiro dos Coroinhas, porque servem ao Altar e ao Presbítero.

Compartilhe

Destaques

Giro Diocesano

Giro Diocesano, Notícias

Notícias relacionadas

Destaque, Notícias

15 de maio de 2026

Giro Diocesano, Notícias

15 de maio de 2026

Destaque, Notícias

14 de maio de 2026

Giro Diocesano, Notícias

13 de maio de 2026

Espiritualidade:

Sua experiência diária com a Palavra de Deus

Explore conteúdos que fortalecem sua caminhada e enriquecem sua jornada de fé.