Papa: Jesus nasce onde há proximidade, ternura e compaixão

Da Redação, com Boletim da Santa Sé Deus nasce onde o amor se faz concreto, se faz proximidade, ternura e

Da Redação, com Boletim da Santa Sé

Deus nasce onde o amor se faz concreto, se faz proximidade, ternura e compaixão. Assim o Papa Francisco abriu seu discurso aos funcionários do Vaticano, recebidos em audiência nesta quinta-feira, 23, para as felicitações natalinas.

O desejo do Papa é que Jesus possa nascer nos corações e nas famílias. E isso acontece onde há o amor. Como exemplo, ele falou dos avós que não podem mais sair de casa. É preciso ir encontrá-los – com as atenções que a pandemia requer – mas ir encontrá-los, não deixá-los sozinhos. “E se não podemos ir, façamos um telefonema”, sugeriu.

Francisco concentrou a atenção inicial do discurso nesse ponto dos avós, tão descartados pela cultura do descarte. “Por favor, não negligenciem os avós, não negligenciem os idosos: são a sabedoria. Nunca se esqueçam dos idosos porque essa cultura do descarte sempre os deixa de lado”.

Serenidade em meio às preocupações

Considerando as dificuldades e preocupações que afetam tantas famílias, Francisco expressou o desejo de que o Natal traga um pouco de serenidade. A pandemia causou muitos problemas, lembrou, e todas as faixas etárias sofreram de alguma forma.

Em especial no que diz respeito ao trabalho, o Santo Padre destacou que houve a preocupação de garantir o trabalho de todos, apesar da gestão no tempo de fechamento ter sido difícil. Nesse ponto, pediu a intercessão de São José, “competente” no campo do trabalho. “Mas não só. Na verdade, ele é antes de tudo o guardião de Jesus e da Virgem Maria. E, por isso, é também o padroeiro da Igreja”.

Nesse ponto, o Papa recordou o Ano de São José, vivido por toda a Igreja ao longo deste ano que se passou. Francisco destacou que os fiéis podem confiar a São José as situações complicadas, em que parece que não há solução. “Ele é um homem de poucas palavras – nunca fala no Evangelho – de poucas palavras, mas de muitos atos. Um homem que escuta a vontade de Deus e a põe em prática, sem hesitar”.

Providência

Um último aspecto abordado pelo Papa foi sobre a providência. Como ensina a história de José e Maria, a família é o lugar privilegiado em que se experimenta a Providência de Deus.

“Portanto, quero desejar-lhes também, a cada uma de suas famílias, precisamente o seguinte: experimentar a mão paterna de Deus que guia os nossos passos em seus caminhos, para o bem dos cônjuges, para o bem dos filhos, para o bem de toda a família”.

Nem sempre os desígnios de Deus são claros, ressaltou o Pontífice, muitas vezes se manifestam com o tempo e requerem paciência e, sobretudo, fé. “É preciso fazer como São José: abandonar-se a Deus – isto significa o sono – para receber suas mensagens”.

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