Nova edição da “Economia de Francisco” terá participação do Papa

A economia de Francisco foi idealizada pelo próprio Pontífice, para lançar as bases de uma nova economia, mais justa, equânime

A economia de Francisco foi idealizada pelo próprio Pontífice, para lançar as bases de uma nova economia, mais justa, equânime e fraterna. /Foto: Daniel Ibanez – CNA

 

Da Redação, com CNBB

Estão abertas as inscrições para o 2º Encontro Nacional da Economia de Francisco e Clara, realizado pela Articulação Brasileira pela Economia de Francisco e Clara que acontece nos dias 19 e 20 de novembro.

O evento acontece em parceria com a PUC Minas e terá como tema territórios, coletividade e práticas econômicas alternativas. A proposta é que o evento seja um ponto convergente de forças a fim de avaliar os avanços da proposta de construção da Economia de Francisco e Clara no Brasil.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do site da Articulação Brasileira pela Economia de Francisco e Clara.

O evento, que será totalmente virtual e terá no sábado, 20, um encontro por grandes regiões, além de uma feira de boas práticas em que serão apresentadas diversas experiências como os Bancos Comunitários.

Durante o 2º Encontro Nacional a intenção é de firmar uma carta-compromisso que envolva as entidades nacionais e seus interesses de articulação em torno de economias transformadoras.

O evento é uma realização da Articulação Brasileira para a Economia de Francisco e Clara (ABEFC), em parceria com o Grupo de Trabalho e Reflexão para a Economia de Francisco e Clara da PUC Minas.

Nos dias 24 e 25, o Papa Francisco visitará as cidades de Assis e Matera, em setembro, ambas na Itália, participando de dois eventos locais.

Em Assis, o Santo Padre participará da nova edição do evento “Economia de Francisco” (chamada no Brasil de “Economia de Francisco e Clara”). Em Matera, estará na conclusão do Congresso Eucarístico Nacional.  
O evento “Economia de Francisco”, promovido pelo Pontífice, une jovens economistas e empresários para uma nova visão da economia.

No dia 24 de setembro, o Papa chegará a Assis por volta das 9h30 horário local. Francisco terá um encontro com os jovens, caracterizado por um momento artístico teatral e pelas experiências contadas por oito jovens.

Momento concluído pelo discurso do Papa e pela leitura e assinatura do Pacto entre Francisco e os jovens. No final da manhã, por volta do meio-dia, o retorno ao Vaticano.

Programação em Matera

No dia seguinte, 25 de setembro, o Papa estará em Matera, onde chegará de helicóptero por volta das 8h30, horário local.

Francisco receberá as boas-vindas do presidente da Conferência Episcopal Italiana, Cardeal Matteo Maria Zuppi, e de outras autoridades locais, civis e religiosas.

Imediatamente depois, o Papa se encontrará com migrantes e refugiados na catedral para uma saudação. Outro ponto alto da jornada será a concelebração eucarística, presidida pelo Santo Padre, concluída com o Angelus. Antes de retornar ao Vaticano, Francisco visitará a Mesa da Fraternidade, em homenagem a Dom Giovanni Mele, que o Papa abençoará e inaugurará.

Economia de Francisco

A iniciativa faz parte de um grande processo internacional, iniciado pelo Papa Francisco, que tem por objetivo incentivar os jovens a criar, na teoria e na prática, novos modelos econômicos.

Estes modelos são mais humanos, solidários, inclusivos e com impactos socioambientais positivos, sob a luz do santo de Assis, que inspirou o nome do Papa.

Por terem um caráter prático e concreto, as iniciativas iluminadas pela “Economia de Francisco” frequentemente surgem como atividades do Terceiro Setor, onde a sociedade civil se organiza para resolver seus problemas.

Seguindo as diretrizes sugeridas pelo próprio Pontífice, “Economia de Francisco” se autoidentifica como um processo, não como projeto, organização ou mesmo movimento.

A ideia é ter uma realidade aberta, inspiradora e capaz de incluir as mais diferentes posições conceituais e propostas práticas.

Sendo assim, trata-se evidentemente de um processo que deseja se afastar de qualquer perspectiva partidária, procurando agregar e incentivar todos aqueles que se comprometem com a proposta original.

Isso não retira a sua dimensão política, inerente a qualquer experiência de mudança socioeconômica, nem sua meta clara de trabalhar por uma economia voltada aos mais pobres e à conservação do meio ambiente.

 

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