Assembleia do Regional se coloca à disposição do Espírito Santo em dinâmica sinodal

(CNBB Sul 1) Se a partilha do bispo diocesano de Camaçari (BA), Dom Dirceu de Oliveira Medeiros, levou o episcopado

(CNBB Sul 1)

Se a partilha do bispo diocesano de Camaçari (BA), Dom Dirceu de Oliveira Medeiros, levou o episcopado paulista à Assembleia Sinodal, no Vaticano, a Conversação Espiritual trouxe o Sínodo para o Mosteiro de Itaici, em Indaiatuba. Na tarde de quarta-feira, dia 4, os participantes do encontro promovido pelo Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) viveram dinâmica que, seja na Europa ou no Brasil, tem como protagonista o Espírito Santo.

A exceção da Província de São Paulo, que pela extensão foi dividida em dois grupos, as demais Sub-regiões pastorais se reuniram à luz da primeira carta de São Paulo aos Coríntios.  Do capítulo doze foram escolhidos os versículos de sete a 11. “A cada um é dada a manifestação do Espírito para o bem comum” é a síntese do texto norteador.

Recordando as palavras do Papa Francisco, que apontou que “o caminho da sinodalidade é o caminho que Deus espera da Igreja do terceiro milênio”, os participantes da Conversa no Espírito ofereceram contribuições para responder duas questões: o que identificamos do Sínodo na caminhada da Igreja no Brasil e em nossas Igrejas locais que podemos aprofundar e potencializar? Ao olhar a caminhada da Igreja no Brasil, focando em nossas Igrejas locais, quais os principais desafios que identificamos para recepção do Sínodo?

Partilha
O grupo de Aparecida recordou os exemplos de sinodalidade já existentes. Foram destacados o grande número de Documentos desconhecidos e não praticados, o que também figura como um risco para os textos sinodais.

A sub-região de Botucatu sublinhou as propostas em efetivação. “Transformar a mentalidade e fazer novas todas as coisas” foram apontados como desafios, junto à vivência da missionariedade. Já Campinas, completou a partilha lembrando que todos estão em processo sinodal, por exemplo, a partir dos Conselhos Paroquiais. Aprofundar o Documento Final do Sínodo é, igualmente, uma meta a ser perseguida. “Necessidade de formação acerca de autoridade e poder” foi o aspecto mais destacado pela sua exigência. “É preciso perseverar na sinodalidade com esperança”, partilhou o relator de Campinas.

Sorocaba apelou para o aprofundamento dos vínculos. O grupo também apontou para a comunicação, diálogo com os jovens e a conversão pastoral. “A Igreja em Saída anuncia, mas também escuta”, disse.

O grupo paulistano citou a Pastoral Presbiteral como espaço de escuta e diálogo. “A Arquidiocese de São Paulo viveu o Sínodo Arquidiocesano, o que facilitou a compreensão (do método sinodal)”. Também foi destacada a conversão como estilo de vida. “A corresponsabilidade na missão é para todos”.

Considerando a dignidade batismal, a sub-região Ribeirão Preto entendeu que “existem muitos desafios a vencer”. Segundo o grupo, é preciso perceber que os dons do Espírito são para todos. “A Conversa no Espírito é um ganho. É preciso ter esperança nessa metodologia. Se há a participação de todos, todos tornam-se corresponsáveis de uma missão e de uma conversão”, concluiu o representante da nova Província Eclesiástica de São José do Rio Preto.

No programa do segundo dia de Assembleia, a celebração dos 800 anos do Cântico das Criaturas e os dez anos da Laudato Si foi o destaque da noite.

 

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