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MÊS MISSIONÁRIO: PAPA FRANCISCO REFLETE SOBRE A CHAMADA DE TODOS OS CRISTÃOS A TESTEMUNHAR CRISTO

Da redação; A Igreja no Brasil celebra em outubro o Mês Missionário. Em âmbito universal, o Papa Francisco oferece uma

Da redação;

A Igreja no Brasil celebra em outubro o Mês Missionário. Em âmbito universal, o Papa Francisco oferece uma mensagem para o Dia Mundial das Missões, no terceiro domingo do mês. Neste ano, a reflexão do pontífice parte do versículo 8 do primeiro capítulo do livro dos Atos dos Apostólos: «Sereis minhas testemunhas» (At 1, 8). Para aprofundar o conteúdo dessa mensagem, o Portal da CNBB vai destacar, em uma série de matérias, trechos das “três expressões-chave que resumem os três alicerces da vida e da missão dos discípulos”: «Sereis minhas testemunhas», «até aos confins do mundo» e «recebereis a força do Espírito Santo».

Inspiração bíblica

Antes de subir aos céus, Jesus ressuscitado proclama as palavras de envio aos seus discípulos, conforme a descrição nos Atos dos Apóstolos. «Recebereis a força do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria e até aos confins do mundo» (1, 8). É daí que foi colhida a inspiração bíblica para a reflexão da mensagem do Papa para este ano. Francisco destaca que a reflexão, por ocasião do Dia Mundial das Missões, “nos ajuda a viver o fato de a Igreja ser, por sua natureza, missionária”.

Sereis minhas testemunhas

“A essência da missão é testemunhar Cristo, isto é, a sua vida, paixão, morte e ressurreição por amor do Pai e da humanidade”, resume o Papa.

Na mensagem, o Papa Francisco aprofunda aspectos dessa missão confiada por Jesus Cristo aos seus discípulos. O primeiro é o caráter “comunitário-eclesial”. Assim, “todo o batizado é chamado à missão na Igreja e por mandato da Igreja: por isso a missão realiza-se em conjunto, não individualmente”.

A missão é realizada em comunhão com a comunidade eclesial e não por iniciativa própria. “E ainda que alguém, numa situação muito particular, leve avante a missão evangelizadora sozinho, realiza-a e deve realizá-la sempre em comunhão com a Igreja que o enviou”, salienta o pontífice.

O outro pedido de Jesus no envio missionário dos discípulos é que construam a vida pessoal “em chave de missão”: “são enviados por Jesus ao mundo não só para fazer a missão, mas também e sobretudo para viver a missão que lhes foi confiada; não só para dar testemunho, mas também e sobretudo para ser testemunhas de Cristo”.

Além do testemunho de vida evangélica, Francisco destaca a necessidade de anunciar a pessoa de Jesus e a sua mensagem: “na evangelização, caminham juntos o exemplo de vida cristã e o anúncio de Cristo. Um serve ao outro. São os dois pulmões com que deve respirar cada comunidade para ser missionária. Este testemunho completo, coerente e jubiloso de Cristo será seguramente a força de atração para o crescimento da Igreja também no terceiro milénio”.

 

 

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Foto de capa: Vatican Media

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