Com informações do Vicariato Episcopal do Vicariato São Carlos Borromeu e Pároco da Paróquia Santa Luzia em São Carlos – Padre Carlos Alberto Giacone / Foto: Divulgação
Nesta manhã dia de Santa Luzia, Dom Paulo celebrou a missa da padroeira da paróquia ao lado do pároco Pe Carlos e os seminaristas formandos do terceiro ano de filosofia.
Ressaltando as virtudes de Santa Luzia, dom Paulo lembrou do azeite que devemos trazer para manter nossa lâmpada acesa. O testemunho do martírio chama a todos nós à coerência entre fé e vida.
Após a missa houve o lanche da manhã e o bolo comemorativo. As celebrações continuam até a noite.

Diversas missas estão sendo celebrada durante o dia de hoje:
A primeira, foi presidida pelo nosso Bispo da Diocesano, Dom Paulo Cezar Costa. Às 10h, a segunda, foi celebrada pelos padres: Sérgio Antônio Pereira Leonel e Edson Aparecido Franco Godoy. Agora às 14h, o padre Antônio de Marcos Filho será o responsável pela terceira missa do dia. Às 16h, o padre José Luís Beltrame comanda mais um culto religioso e por fim às 19h, a última missa do dia, tendo como pároco responsável, Carlos Alberto Giacone. E paralelamente acontecerá uma procissão.
Conheça a história de Santa Luzia:
Santa Luzia, protetora dos olhos
Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus – Luz do Mundo – até as últimas consequências
O nome de Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz.
Ela nasceu em Siracusa (Itália) no fim do śeculo III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão.
Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda.
Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.
Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus – Luz do Mundo – até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.
Santa Luzia, rogai por nós!