Paróquia Santa Rita de Cássia celebra o dia da Padroeira

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Por Sidney Prado – Assessoria de Comunicação

Milhares de fiéis devotos ocuparam a igreja de Santa Rita de Cássia, no bairro Santa Felícia, em São Carlos, nesta segunda-feira, 22, foram oito missas celebradas, com a emoção dos que lá estiveram, para pedir ou agradecer a intercessão desta heroica mulher aclamada como advogada das causas impossíveis e socorro da última hora. Um dos hinos a ela dedicado tem expresso no refrão o anseio de muitos: “Se a esperança se acabou, se a alma sofre aflita, se não dá mais para aguentar essa dor que o peito habita, pede logo a intercessão de Santa Rita!”

O nosso Bispo Diocesano, Dom Paulo Cezar Costa, presidiu uma Celebração Solene, às 20h30, no dia dedicado a Santa Rita de Cássia, 22 de maio, concelebrada pelo Padre Valdir do Carmo André, Pároco da paróquia Santa Rita de Cássia, pelo Padre Ronaldo Faria, da Paróquia São Francisco de Assis , de Araraquara, e assistida pelo Diácono Mauro Aparecido Alonso.

Uma história de sofrimento e superação

A devoção a Jesus crucificado sempre foi uma constante na vida de Rita. No ano de 1443, Tiago della Marca – depois canonizado – pregou um retiro em Cássia sobre a Paixão e a Morte de Jesus.

Voltando para o mosteiro depois de uma das pregações, Rita prostrou-se diante do crucifixo, na capela, e pediu para participar, de alguma forma, da Paixão do Senhor. Foi quando um espinho da coroa de Cristo se destacou e feriu profundamente sua fronte, e ela desmaiou. Ao acordar, tinha uma ferida na testa. Com o tempo, essa ferida tornou-se mal-cheirosa. Rita então passou a viver numa cela à parte, distante das demais monjas; uma religiosa levava alimento a ela diariamente. A ferida causava muitas dores; tudo ela oferecia a Deus. Por 15 anos Rita carregou consigo a marca feita pelo espinho da coroa de Cristo.

Muitos fatos extraordinários e milagres de Deus são atribuídos à intercessão de Santa Rita, SANTA DOS IMPOSSÍVEIS.

Foto: Divulgação

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