Jubileu dos Ministros da Eucaristia da Região Pastoral 9

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Na manhã de sábado, dia 09 de julho, aconteceu na Igreja Matriz São Sebastião de Borborema, “Santuário da Misericórdia”, o Jubileu dos Ministros Extraordinários da Comunhão, da Região Pastoral 9, estiveram presentes aproximadamente 280 ministros, das cidades de Borborema, Ibitinga, Itápolis (Tapinas e Nova América), que se reuniram neste encontro para aprofundar sobre a Misericórdia, neste Ano Santo Extraordinário.

Após o café e a acolhida, Pe. Leonardo Nantes, vigário da Divino Espírito Santo de Itápolis, coordenador da RP-9, falou sobre o Jubileu, desde a origem, através do Antigo Testamento na Sagrada Escritura, até nos dias atuais, quando são proclamados pela Santa Igreja na autoridade do Papa.

Em base na bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia “Misericordiae Vultus”, tratou-se também, sobre a peregrinação, porta santa e as indulgências que a Igreja concede neste ano santo.

Diz a bula: “A peregrinação é um sinal peculiar no Ano Santo, enquanto ícone do caminho que cada pessoa realiza na sua existência. A vida é uma peregrinação e o ser humano é viator, um peregrino que percorre uma estrada até à meta anelada. Também para chegar à Porta Santa, tanto em Roma como em cada um dos outros lugares, cada pessoa deverá fazer, segundo as próprias forças, uma peregrinação. Esta será sinal de que a própria misericórdia é uma meta a alcançar que exige empenho e sacrifício. Por isso, a peregrinação há-de servir de estímulo à conversão: ao atravessar a Porta Santa, deixar-nos-emos abraçar pela misericórdia de Deus e comprometer-nos-emos a ser misericordiosos com os outros como o Pai o é conosco”.

O segundo momento do encontro, Pe. Leonardo falou sobre as obras de misericórdia corporais e espirituais. “Não basta fazermos a peregrinação e a passagem pela Porta Santa, para recebermos as indulgências, é preciso além da confissão, praticar a misericórdia, como diz o evangelho, fazendo as obras de misericórdia, que são sete corporais e 7 espirituais, as Obras de misericórdia corporais: Dar de comer a quem tem fome; Dar de beber a quem tem sede; Vestir os nus; Dar pousada aos peregrinos; Visitar os enfermos; Visitar os presos; Enterrar os morto; e as Obras de misericórdia espirituais: Dar bons conselhos; Ensinar os ignorantes; Corrigir os que erram; Consolar os tristes; Perdoar as injúrias; Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo e Rezar a Deus por vivos e defuntos”.

O exercício das obras de misericórdia comunica graças a quem as pratica. No evangelho de Lucas Jesus diz: “Dai, e dar-se-vos-á”. Portanto, com as obras de misericórdia fazemos a Vontade de Deus, damos algo nosso aos outros e o Senhor promete-nos que nos dará também a nós o que necessitemos.

Por outro lado, uma maneira de ir apagando a pena que fica na alma pelos nossos pecados já perdoados é mediante boas obras. Boas obras são, obviamente, as Obras de Misericórdia. “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt.5, 7), é uma das Bem-aventuranças.

O terceiro e último momento do Jubileu dos Ministros, foi a peregrinação, a passagem pela Porta Santa e a Celebração Eucarística, com a presença dos padres da região. A presidência da celebração foi do Cônego Ednyr Rovere, pároco da Divino Espírito Santo de Itápolis.

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Pastoral da Comunicação de Borborema

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