Agricultores participam da 12ª Tratorada em Santuário da Babilônia em São Carlos

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Da redação, com giro diocesano com informações do e fotos do G1

Tratoristas e famílias de São Carlos (SP) se reuniram para pedir bençãos no domingo (11), na 12ª Tratorada no Santuário de Nossa Senhora Aparecida da Babilônia. Cerca de 400 pessoas vieram compareceram ao desfile, que recebeu cerca de 200 tratoristas.

Gratidão

12ª Tratorada do Santuário de Nossa Senhora Aparecida da Babilônia em São Carlos (Foto: Reprodução/EPTV)

A reunião é um encontro de amigos e também o momento de agradecer. Depois da oração, trabalhadores rurais desfilaram com as máquinas, em volta do Santuário.

“Eles pedem para que recebam uma graça de uma boa colheita, para que não aconteçam acidentes de trabalho, então com a benção eles se sentem mais estimulados”, disse o organizador do evento, João dos Anjos Duarte.

Tradição

Desfile terminou com crianças puxando tratores de brinquedos em São Carlos (Foto: Reprodução/EPTV)
Desfile terminou com crianças puxando tratores de brinquedos em São Carlos (Foto: Reprodução/EPTV)

O desfile, de 1h30, terminou com crianças puxando tratores de brinquedos e com a bênção do padre. Alguns tratores também foram expostos no espaço, para matar a curiosidade do público.

“Que é para mostrar a cultura, porque tem muita gente que não quer mostrar o trator, mas aquilo é uma ferramenta de trabalho. O trator está em todos os lugares”, explicou o autônomo Fernando dos Santos.

Orgulho

Tratorista levou o neto para o desfile em São Carlos (Foto: Reprodução/EPTV)
Tratorista levou o neto para o desfile em São Carlos (Foto: Reprodução/EPTV)

O tratorista Antonio Nunes da Silva não via a hora de trazer o neto Miguel Araújo, de 4 anos. “É importante para nós porque o netinho vai aprendendo já, fiquei dois anos trabalhando de tratoristas eu adoro isso. Todo ano que dá eu venho”, disse Donizete.

O eletricista Nivaldo Bergasini que passou parte da vida na lavoura também decidiu trazer o filho Gabriel Bergasini, de 11 anos, para ver os tratores. “Já morei no sítio, meu pai tinha um trator daí comecei a gostar”, disse Gabriel.

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