A Igreja necessita de jovens corajosos, afirma Papa aos canadenses

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Por Sidney Prado – Assessoria de Comunicação da Diocese de São Carlos

Com informações da Rádio Vaticano / Fotos: Reprodução CTV

O Papa Francisco enviou uma videomensagem aos jovens canadenses que participam de um fórum nacional da juventude (Canadian National Youth Forum). O texto da viodemensagem foi publicado nesta segunda-feira, 23; o Santo Padre fala da necessidade que o mundo e a Igreja têm de jovens corajosos.

“O mundo e a Igreja necessitam de jovens corajosos, que não se assustam diante das dificuldades, que enfrentam as provações, mantêm os olhos e o coração bem abertos para a realidade, para que ninguém seja refutado, seja vítima de injustiças, de violências, seja privado da dignidade de pessoa humana”.

O evento dos quais os jovens canadenses participam é organizado por duas televisões locais para ajudar os bispos do Canadá a prepararem o Sínodo dos jovens, que será realizado em outubro de 2018  em Roma.

Na videomensagem, o Pontífice faz uma série de exortações e encorajamentos. “Não deixem que roubem a juventude de vocês. Não permitam a ninguém que freiem e obscurem a luz que Cristo coloca em seu rosto e em seu coração. Sejam tecelões de relações marcadas pela confiança, pela compartilha, pela abertura até os confins do mundo. Não levantem muros e divisão”, diz o Papa.

Francisco dirige aos jovens a resposta que Jesus deu aos discípulos quando questionado sobre sua morada: “Venham e vejam”. “Vocês ouviram esta voz? Sentiram o impulso a se colocarem em caminho?”, pergunta o Papa. “Mesmo que o caminho seja marcado pela precariedade e pela queda, Deus, rico em misericórdia, estende a sua mão para levantá-los”.

O Papa declara-se certo de que os jovens não ficarão indiferentes ao clamor de tantos outros que buscam liberdade, trabalho, estudo e a possibilidade de dar um sentido à própria vida.  Ele conclui a videomensagem encorajando os jovens a irem ao encontro de Jesus guiados por Maria, para quem possam aderir à mensagem de Cristo com o mesmo ‘sim’ de sua mãe: “Eis-me aqui”.

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